Uma verdadeira oração move o coração do pai!
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Uma verdadeira oração move o coração do pai!






“Ouve, Senhor, a minha voz; eu clamo; compadece-te de mim e responde-me. Ao meu coração me ocorre: Buscai a minha presença; buscarei, pois, Senhor, a tua presença. Não me escondas, Senhor, a tua face, não rejeites com ira o tua serva(o); tu és o meu auxílio, não me recuses, nem me desampares, ó Deus da minha salvação. Porque, se meu pai e minha mãe me desampararem, o Senhor me acolherá.
Ensina-me, Senhor, o teu caminho e guia-me por vereda plana, por causa dos que me espreitam. Não me deixes à vontade dos meus adversários; pois contra mim se levantam falsas testemunhas e os que só respiram crueldade. Eu creio que verei a bondade do Senhor na terra dos viventes. Espera pelo Senhor, tem bom ânimo, e fortifique-se o teu coração; espera, pois, pelo Senhor.”
Impressionante a dificuldade do homem pós-moderno com a prática da oração.
O salmo 27, neste seu segundo trecho, é um exemplo de oração. Reflete uma prática consciente, resultado de um conhecimento de Deus e de um profundo relacionamento com Ele. Apresenta-nos o exercício da oração como uma experiência transformadora e repleta de implicações práticas na vida do crente.
Em primeiro lugar, oração exige convicção. Convicção de que Deus nos ouve (Ouve, Senhor, a minha voz; eu clamo…), pois não há oração que não intente ser ouvida. Isto, por si só, já é fé e vitória contra o desânimo. Oração é certeza de que o Deus que nos concede a sua Palavra é o mesmo Deus que nos disponibiliza seus ouvidos. Contudo, a oração exige também a convicção de que Deus nos fala (Ao meu coração me ocorre: Buscai a minha presença…). Orar significa estarmos preparados para ouvir do Senhor a resposta que Ele julgar mais necessária e adequada à nossa realidade. É quebrantamento, confrontação, aprendizado, amadurecimento e, inclusive, silêncio na presença de Deus.
Em segundo lugar, oração exige decisão (buscarei, pois, Senhor, a tua presença). Desafia o aflito e abatido para que “atreva-se” entrar na presença de Deus, certo de que não será rejeitado (Não me escondas, Senhor, a tua face, não rejeites com ira o teu servo; tu és o meu auxílio, não me recuses). A oração impõe ao que se “atreve” entrar na presença de Deus que não o faça sem comprometimento, na confiança de que também Deus, em sua infinita e inegável fidelidade, assume um compromisso com todos que nele esperam (nem me desampares, Deus da minha salvação. Porque, se meu pai e minha mãe me desampararem, o Senhor me acolherá)
Em terceiro lugar, oração exige dependência (Ensina-me, Senhor, o teu caminho e guia-me por vereda plana, por causa dos que me espreitam). Significa disposição para assumir a vontade e os propósitos de Deus na vida, em detrimento dos próprios sonhos e ansiedades. A oração faz-nos lembrar que os inimigos continuarão à espreita, mas não nos atingirão nas seguras veredas de Deus. Faz-nos descansar nos seus ensinos e nas suas promessas. Lembra-nos que a obediência é um caminho seguro de liberdade e felicidade verdadeiras.
Finalmente, oração exige esperança. A verdadeira experiência de oração substitui o receio e a preocupação (Não me deixes à vontade dos meus adversários…) pela alegria e pela expectativa da vitória (eu creio que verei a bondade do Senhor na terra dos viventes). Conduz o suplicante a declarações de fé e ousadia que se consolidaram em seu interior (Espera pelo Senhor, tem bom ânimo, e fortifique-se o teu coração; espera, pois, pelo Senhor). Anima e fortalece a alma. Abre os olhos para o futuro e ajuda a seguir mesmo quando as coisas não vão bem.
Jesus orou assim. Ensinou-nos a orar assim. Sua convicção de que Deus ouve e fala quando oramos deve ser também a nossa. Sua insistência nesta prática deve ser nossa motivação para orar sempre, sem jamais esmorecer. Sua dependência obediente, apesar do preço pago, deve ser a fonte de nossa coragem para viver em santidade e adoração. Sua certeza do futuro, ainda que a cruz fizesse parte de seu caminho, nossa alegria de saber que nem a morte poderá nos derrotar




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